Filosofia

  1. Civilização: ascensão e queda de uma ideia

    Civilização: ascensão e queda de uma ideia

    Sob quais condições o Ocidente formulou as bases de sua civilização? Como o gênio grego se tornou parâmetro para a própria ideia de civilização? Que continuidades e rupturas podemos identificar entre o mundo antigo clássico até a mentalidade renascentista, que alicerça a civilização ocidental moderna? A partir de diferentes obras - filosóficas, históricas, literárias e artísticas, o curso apresenta um completo repertório que serve de base para nossa própria noção de civilização, analisando seus valores constitutivos e as grandes realizações dentro de um processo de transformações sociais, para uma contribuição crítica acerca da mentalidade contemporânea.

    Eduardo Wolf, Pedro Gonzaga e Felipe Pimentel
    Eduardo Wolf é doutor em Filosofia pela USP, tendo sido pesquisador visitante na Universidade Ca'Foscari (Veneza, Itália) Foi articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja e é editor da plataforma multimídia O Estado da Arte, no jornal Estado de São Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a Filosofia e Pensar o Contemporâneo, lançados pela Arquipélago Editorial. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia Antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros). Foi Secretário-Adjunto de Cultura de Porto Alegre. É assistente da curadoria do projeto Fronteiras do Pensamento.

    Pedro Gonzaga é músico e tradutor, com mais de vinte obras vertidas ao português. É também professor de Literatura Brasileira no grupo Unificado. Sua formação inclui graduação em Publicidade, mestrado em Literatura Brasileira e doutorado em Literatura. Escritor e poeta, tem quatro livros publicados e um traduzido para o francês. Palestrante de longa data, ministra ainda, há mais de dez anos, oficinas de escrita criativa. Atualmente, é colunista do jornal Zero Hora.

    Felipe Garrafiel Pimentel é psicanalista e historiador, professor do Mottola, em Porto Alegre, e colunista do blog Estado da Arte – jornal Estadão. Traduziu o livro Pensadores da Nova Esquerda, de Roger Scruton, e foi coordenador do patrimônio histórico de Porto Alegre e diretor de ensino do Grupo Unificado.

    Período: 21 e 28.11 e 05.12 de 2017

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  2. Ética: entre os modernos, os contemporâneos e as ciências cognitivas

    Ética: entre os modernos, os contemporâneos  e as ciências cognitivas

    Sem estoque

    A ética é tema corrente em qualquer época, já que, como animais sociais que somos, dependemos, para uma vida satisfatória, de uma boa interação com os outros. Valores desempenham um papel central nas interações sociais e, num mundo plural como o contemporâneo, a diversidade deles desafia a compreensão do fenômeno da moralidade entre os humanos. O curso visa buscar na filosofia moderna, sobretudo em Kant e Hume, as raízes da concepção contemporânea da ética e a confrontar essas concepções com o conhecimento que as ciências cognitivas têm produzido sobre a Natureza Humana, ou, em outros termos, sobre o que é o homem.
    Adriano Naves de Brito
    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com estágio doutoral na Universidade de Bielefeld, Alemanha, país em que também cumpriu estágio pós-doutoral, na Universidade de Tübingen. Em 2014, foi professor visitante na Escola de Estudo Avançado da Universidade de Londres. Coordena o grupo de pesquisa "Chiron: ética, linguagem e natureza humana”, na Unisinos. Entre outras obras, publicou "Nomes Próprios: Semântica e Ontologia" e "Ética: questões de fundamentação", pela UnB. Em parceria, organizou "Ecos de Darwin", publicado pela Editora Unisinos. Decano da Escola de Humanidades da Unisinos.

    Período: de 03.11 a 15.12

    Dia: segundas-feiras ( 7 encontros )

    Horário: das 19h30min às 21h30min

  3. A sociedade aberta: estrutura e desafios contemporâneos

    A sociedade aberta: estrutura e desafios contemporâneos

    Sem estoque

    Partimos do conceito de sociedade aberta, originado na obra do filósofo Karl Popper, para pensarmos sobre a forma como nos organizamos na atualidade. A sociedade aberta designa o tipo de sociedade em que o ser humano é reconhecido como pessoa e, para que este reconhecimento seja efetivo, a sociedade estrutura-se em instituições que formam quatro grandes esferas da liberdade social: sociedade civil, democracia, Estado de Direito e mercado. Vamos debater as três ideologias que no mundo contemporâneo se associam à sociedade aberta - o conservadorismo democrático, a social-democracia e o liberalismo democrático –, assim como aquelas que se encontram na outra extremidade – o autoritarismo, o neoliberalismo, o populismo e neoesquerdismo

    Investimento:

    Até 24.05: R$ 480,00 ou 6 X R$ 80,00

    A partir de 25.05: R$ 576,00 ou 6 X R$ 96,00

    Luis Fernando Barzotto
    Possui doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo e graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é professor da Faculdade de Direito Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGDir./UFRGS. Ênfase na área de Filosofia do Direito.

    Período: de 07 a 21.06 ( 3 encontros, um a cada semana )

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  4. Felicidade e sabedoria

    Felicidade e sabedoria

    Sem estoque

    Poucas frases na história da filosofia são mais célebres do que a de Sócrates: uma vida sem exame não merece ser vivida. Com ela, a filosofia se torna um modo de viver a vida. O curso examina como os gregos concebiam a filosofia como um modo de vida sempre caracterizado pela busca da felicidade e da sabedoria. Os encontros analisam a vida e os ensinamentos de Sócrates e Platão para melhor compreender o sentido de uma vida devotada à sabedoria filosófica e ao tipo de boa vida que ela representava. Em seguida, a ética de Aristóteles mostra como o pensador compreendia a busca pelo mais alto bem que os seres humanos podem almejar: a eudaimonia, isto é, a felicidade. Mostrando a vitalidade dessa concepção, o curso se encerra buscando mostrar como os céticos e os estoicos - cujas lições serão tão ou mais permanentes para a filosofia até hoje - compreendiam a jornada humana em busca da verdadeira felicidade.

    Eduardo Wolf
    Eduardo Wolf é doutor em Filosofia pela USP, tendo sido pesquisador visitante na Universidade Ca'Foscari (Veneza, Itália) Foi articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja e é editor da plataforma multimídia O Estado da Arte, no jornal Estado de São Paulo. Editou, entre outros, os volumes Pensar a Filosofia e Pensar o Contemporâneo, lançados pela Arquipélago Editorial. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia Antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros). Foi Secretário-Adjunto de Cultura de Porto Alegre. É assistente da curadoria do projeto Fronteiras do Pensamento.

    Período: 21 e 28.09 de 2017

    Dia: quintas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  5. Por que a beleza importa?

    Por que a beleza importa?

    Sem estoque

    Terá o papel da beleza, na arte e nas nossas vidas, desaparecido por completo ou substituído, ao que parece, por agendas político-ideológicas ou por projetos conceituais que pouco ou nada tem a ver com a fruição estética? Há ainda algum espaço para a reflexão acerca do “Belo”, que por tanto tempo motivou o trabalho intelectual e artístico da humanidade? Em tempos de conflito com os “pichadores”, desagregação dos consensos artísticos e crise da sensibilidade estética, este rápido curso pretende dar uma resposta ao questionamento “Por que a beleza importa?” – pois ela importa, sim, e muito.

    Eduardo Wolf
    Eduardo Wolf é Mestre em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em filosofia pela USP. É articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja, em que escreve sobre temas de cultura, ética e filosofia política. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros). É o atual Secretário Adjunto da Cultura de Porto Alegre.

    Período: 23 e 30.05

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  6. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

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    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 08.12

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  7. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 29.09

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  8. A Ciência e a Arte do Jantar

    A Ciência e a Arte do Jantar

    Sem estoque

    A comida é um fenômeno complexo. Entrecruzam-se nela dimensões tão variadas quanto a econômica, a histórica, a cultural, mas também a química, a neurológica, a estética, ou ainda, e não menos importante, a de nossas preferências subjetivas.

    Relacionando Filosofia, Psicologia Experimental e Gastronomia, para explicar o que acontece conosco quando nos alimentamos, o evento está concebido em duas partes que estarão sobrepostas ao longo de um jantar. Uma, teórica, na qual o psicólogo experimental Charles Spence, Oxford, e o filósofo Barry Smith, Londres, ajudarão os convidados a perceberem e entenderem os fenômenos multissensoriais que ocorrem durante a prova e ingestão de alimentos, e outra, prática, na qual o Chef Xavier Gamez, um catalão radicado em Porto Alegre, oferecerá um jantar que promete ser uma deliciosa aventura de sabores, cheiros, texturas e cores.

    Curadoria: Prof. Dr. Adriano Naves de Brito, Decano da Escola de Humanidades Unisinos.

    Realização: Escola de Humanidades Unisinos, Xavier260 e Instituto Ling. 

    Parceiro do evento: Terrunyo Wine Store.

    Obs.: evento com tradução simultânea.

    Barry Smith e Charles Spence
    Barry Smith - professor de Filosofia e diretor do Instituto de Filosofia na Escola de Estudo Avançado da Universidade de Londres. Desde a publicação de seu livro Questions of Taste - the philosophy of wine, em 2007, tem trabalhado com psicólogos, neurologistas e neurocientistas, sobre a percepção do sabor. Também dirige um projeto internacional, em parceria com a Universidade de Nova York, sobre a natureza do gosto.

    Charles Spence - psicólogo experimental na Universidade de Oxford, coordena o Crossmodal Research Laboratory, que estuda a integração de informações entre as diferentes modalidades sensoriais.

    Período: 15.05

    Dia: sexta-feira

    Horário: 20h

  9. Darwin e o pensamento contemporâneo

    Darwin e o pensamento contemporâneo

    Sem estoque

    Publicada em 1859, A Origem das Espécies de Charles Darwin mudou inteiramente a paisagem intelectual na biologia do século XIX. Mas, para além da contribuição científica, as ideias darwinistas tiveram também um impacto profundo na autocompreensão humana e nos fundamentos das ciências humanas. O evolucionismo esteve implicado nas mais influentes concepções ético-políticas que marcaram os mais de 150 anos da publicação da sua obra fundadora, dentre elas o marxismo, o nazismo e o positivismo. O estudo de A Origem das Espécies é, em virtude disso, imprescindível para entendermos como chegamos até aqui. O curso avalia os ecos das ideias de Darwin em nossa visão de mundo, a partir da compreensão de como elas mudaram as ciências, redefiniram a política e a ética na história recente, influenciando pensadores tão diversos quanto Marx, Spencer e Nietzsche.

    Adriano Naves de Brito
    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com estágio doutoral e pós doutoral na Alemanha, respectivamente nas Universidades de Bielefeld e Tübingen. Foi professor visitante na Escola de Estudo Avançado da Universidade de Londres, 2013. Coordena o grupo de pesquisa Chiron: ética, linguagem e natureza humana e atua no Laboratório de Filosofia Experimental e Estudos da Cognição na Unisinos. Entre outras obras, publicou "Nomes Próprios: Semântica e Ontologia" e "Ética: questões de fundamentação", pela UnB. Em parceria, organizou "Ecos de Darwin", publicado pela Editora Unisinos. Decano da Escola de Humanidades da Unisinos.

    Período: 14 e 21.09 ( 2 encontros )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  10. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética (como é o caso do problema da embriaguez). Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central. Para o primeiro semestre de 2016, escolhemos dois assuntos, um de epistemologia e outro de ética: o sabor do terroir, ou a importância da tradição na percepção do gosto; e a polêmica em torno da “etiqueta” moral do vinho (embriaguez, adição e os riscos do abuso).

     

    Investimento - Encontro 02.06:

    Até 19.05: R$ 160,00 ou 6 X R$ 26,67

    A partir de 20.05: R$ 192,00 ou 6 X R$ 32,00

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: dia 02.06

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30