Filosofia

  1. Por que a beleza importa?

    23/05
    Por que a beleza importa?

    Terá o papel da beleza, na arte e nas nossas vidas, desaparecido por completo ou substituído, ao que parece, por agendas político-ideológicas ou por projetos conceituais que pouco ou nada tem a ver com a fruição estética? Há ainda algum espaço para a reflexão acerca do “Belo”, que por tanto tempo motivou o trabalho intelectual e artístico da humanidade? Em tempos de conflito com os “pichadores”, desagregação dos consensos artísticos e crise da sensibilidade estética, este rápido curso pretende dar uma resposta ao questionamento “Por que a beleza importa?” – pois ela importa, sim, e muito.

    Eduardo Wolf
    Eduardo Wolf é Mestre em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em filosofia pela USP. É articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja, em que escreve sobre temas de cultura, ética e filosofia política. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros). É o atual Secretário Adjunto da Cultura de Porto Alegre.

    Período: 23 e 30.05

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  2. Filosofia do vinho - A moral da embriaguez e a etiqueta do vinho

    08/06
    Filosofia do vinho - A moral da embriaguez e a etiqueta do vinho

    Muitos de nós julgam que o hábito de beber vinho é próprio a pessoas sensatas. Talvez. Mas o vinho é também uma bebida alcoólica e ninguém pode negar que o álcool exerce efeitos sobre as pessoas. Afinal, não é à toa que in vino veritas. Ao desinibir, o vinho excita as pessoas à verdade, promovendo a amizade e união. Mas, como bem sabemos, a desinibição tem seus riscos, alguns bastante sérios. Psicólogos têm estudado a natureza do tipo de racionalidade que move as pessoas sob o efeito do álcool. Haveria, assim, uma etiqueta moral no uso do vinho?

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 08.06

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  3. Filosofia do vinho - Juízos de gosto e o raciocínio a partir de metáforas

    06/07
    Filosofia do vinho - Juízos de gosto e o raciocínio a partir de metáforas

    Alguns neurocientistas e filósofos têm defendido que nossos juízos dependem de uma capacidade linguística baseada no uso de metáforas. Neste encontro, veremos aspectos dessas teorias e sua conexão com nossos juízos de gosto, particularmente sobre o vinho. Afinal, quando experimentamos um vinho, sempre o julgamos por meio de metáforas. Encontramos num vinho tinto gostos como sabor de couro, de legumes, de frutas vermelhas e o que menos encontramos é o sabor de uva! Certamente isso tem algo a dizer sobre como compreendemos o mundo e as coisas em geral.

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 06.07

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  4. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 08.12

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  5. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 29.09

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  6. A aventura da Modernidade

    A aventura da Modernidade

    Sem estoque

    A experiência da Modernidade nos legou as noções de sujeito e de razão e gestou os grandes projetos políticos que nos definiram como sociedade. O curso percorrerá esse trajeto histórico e conceitual, desde os processos revolucionários que resultaram na Independência Americana e na Revolução Francesa (com seus antecedentes Iluministas), até a aparente dissolução desses conceitos pela filosofia de Nietzsche e pelo ceticismo filosófico moderno. Para compreender o mundo em que vivemos, em que a luta por justiça social e igualdade convivem com o pessimismo político e o conservadorismo filosófico, vamos analisar o pensamento de autores indispensáveis para compreender a aventura da modernidade.

    Fernando Schüler e Eduardo Wolf
    Fernando Schüler é Doutor em Filosofia e Mestre em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com Pós-Doutorado pela Columbia University, de Nova Iorque. Entre 2007 e 2010, foi Secretário de Estado da Justiça e do Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul. Foi Diretor do Ibmec, no Rio de Janeiro. Professor no INSPER, em São Paulo, e curador do Fronteiras do Pensamento.

    Eduardo Wolf é Mestre em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em filosofia pela USP. É articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja, em que escreve sobre temas de cultura, ética e filosofia política. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros).

    Período: 09, 16, 23 e 30.11 ( 4 encontros )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  7. Darwin e o pensamento contemporâneo

    Darwin e o pensamento contemporâneo

    Publicada em 1859, A Origem das Espécies de Charles Darwin mudou inteiramente a paisagem intelectual na biologia do século XIX. Mas, para além da contribuição científica, as ideias darwinistas tiveram também um impacto profundo na autocompreensão humana e nos fundamentos das ciências humanas. O evolucionismo esteve implicado nas mais influentes concepções ético-políticas que marcaram os mais de 150 anos da publicação da sua obra fundadora, dentre elas o marxismo, o nazismo e o positivismo. O estudo de A Origem das Espécies é, em virtude disso, imprescindível para entendermos como chegamos até aqui. O curso avalia os ecos das ideias de Darwin em nossa visão de mundo, a partir da compreensão de como elas mudaram as ciências, redefiniram a política e a ética na história recente, influenciando pensadores tão diversos quanto Marx, Spencer e Nietzsche.

    Adriano Naves de Brito
    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com estágio doutoral e pós doutoral na Alemanha, respectivamente nas Universidades de Bielefeld e Tübingen. Foi professor visitante na Escola de Estudo Avançado da Universidade de Londres, 2013. Coordena o grupo de pesquisa Chiron: ética, linguagem e natureza humana e atua no Laboratório de Filosofia Experimental e Estudos da Cognição na Unisinos. Entre outras obras, publicou "Nomes Próprios: Semântica e Ontologia" e "Ética: questões de fundamentação", pela UnB. Em parceria, organizou "Ecos de Darwin", publicado pela Editora Unisinos. Decano da Escola de Humanidades da Unisinos.

    Período: 14 e 21.09 ( 2 encontros )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  8. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética (como é o caso do problema da embriaguez). Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central. Para o primeiro semestre de 2016, escolhemos dois assuntos, um de epistemologia e outro de ética: o sabor do terroir, ou a importância da tradição na percepção do gosto; e a polêmica em torno da “etiqueta” moral do vinho (embriaguez, adição e os riscos do abuso).

     

    Investimento - Encontro 02.06:

    Até 19.05: R$ 160,00 ou 6 X R$ 26,67

    A partir de 20.05: R$ 192,00 ou 6 X R$ 32,00

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: dia 02.06

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  9. A filosofia moral de Nietzsche

    A filosofia moral de Nietzsche

    Filho e neto de pastores protestantes, Friedrich Nietzsche acabou por se distanciar da teologia para se tornar um dos mais importantes e controvertidos filósofos do ocidente e um reconhecido crítico da cultura e da moral dominantes. Nietzsche nos provoca a reconhecer as condições e circunstâncias da moral vigente, que estabelece o que é “bom” e o que é “mau” e que acaba por nortear nossas atitudes e ações. O curso apresenta os principais conceitos da filosofia nietzschiana, demonstrando que doutrinas reverenciadas como verdadeiras não são necessariamente fixas ou eternas.

     

    Investimento:

    Até 06.04: R$ 320,00 ou 6 X R$ 53,33

    A partir de 07.04: R$ 384,00 ou 6 X R$ 64,00

    Celso Candido
    Graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, possui mestrado em Filosofia pela mesma instituição e doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É professor na Universidade do Vale do Rio dos Sinos e pesquisador junto ao CNPq. Entre outras produções, destacam-se os livros Tecnociência, ética e poder (2012), Psiquismo digital (2012) e A república digital (2011).

    Período: dias 20 e 27.04 ( 2 encontros, um a cada semana )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  10. A sociedade aberta: estrutura e desafios contemporâneos

    A sociedade aberta: estrutura e desafios contemporâneos

    Partimos do conceito de sociedade aberta, originado na obra do filósofo Karl Popper, para pensarmos sobre a forma como nos organizamos na atualidade. A sociedade aberta designa o tipo de sociedade em que o ser humano é reconhecido como pessoa e, para que este reconhecimento seja efetivo, a sociedade estrutura-se em instituições que formam quatro grandes esferas da liberdade social: sociedade civil, democracia, Estado de Direito e mercado. Vamos debater as três ideologias que no mundo contemporâneo se associam à sociedade aberta - o conservadorismo democrático, a social-democracia e o liberalismo democrático –, assim como aquelas que se encontram na outra extremidade – o autoritarismo, o neoliberalismo, o populismo e neoesquerdismo

    Investimento:

    Até 24.05: R$ 480,00 ou 6 X R$ 80,00

    A partir de 25.05: R$ 576,00 ou 6 X R$ 96,00

    Luis Fernando Barzotto
    Possui doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo e graduação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é professor da Faculdade de Direito Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGDir./UFRGS. Ênfase na área de Filosofia do Direito.

    Período: de 07 a 21.06 ( 3 encontros, um a cada semana )

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30