Filosofia

  1. A filosofia de westworld

    25/04
    A filosofia de westworld

    Num futuro não muito distante, num cenário ao estilo do Velho Oeste, cientistas e empresários colaboram no desenvolvimento de um parque, com cidades povoadas por autômatos inteligentes, indistinguíveis dos seres humanos. Esses autômatos comportam-se seguindo uma narrativa, sem saber que de fato são seres programados. Nesse mundo, pessoas pagam para viver uma fantasia em imersão completa, podendo agir sem se preocupar com as consequências: podem magoar e até mesmo “matar” seus anfitriões, incapazes, dada sua programação, de matar esses “recém-chegados”. Esse é o enredo que serve ao seriado WestWorld que, não sem razão, muitos atribuem a condição de uma das melhores séries já produzidas. A temática lida com as questões mais enigmáticos da nossa existência: o que nos torna autoconscientes? Seríamos de fato seres livres? Qual o sentido da vida? Por que nos interessamos tanto por jogos? Por que vinculamos nossa identidade a uma narrativa que julgamos o resultado de nosso livre arbítrio? Nesse pequeno curso, vamos tratar desses temas tendo como pano de fundo os episódios deste seriado fantástico.

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 25.04 e 02.05

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  2. Filosofia do vinho - Afinal, o que importa na vida além do prazer?

    04/05
    Filosofia do vinho - Afinal, o que importa na vida além do prazer?

    Segundo os filósofos hedonistas, o prazer é o fim último de toda atividade humana. No caso do vinho, isso parece implicar que tudo o que importa num vinho é o quanto ele é capaz de nos proporcionar prazer ou satisfação. Mas, se nada mais importa além do modo como nos sentimos, então por que dar valor à companhia e à amizade? O valor da amizade se reduz a um mero encontro prazeroso? E no caso do vinho, por que alguém se importaria em saber sobre a história da bebida, ou sobre as peculiaridades de sua tradição?

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 04.05

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  3. Por que a beleza importa?

    23/05
    Por que a beleza importa?

    Terá o papel da beleza, na arte e nas nossas vidas, desaparecido por completo ou substituído, ao que parece, por agendas político-ideológicas ou por projetos conceituais que pouco ou nada tem a ver com a fruição estética? Há ainda algum espaço para a reflexão acerca do “Belo”, que por tanto tempo motivou o trabalho intelectual e artístico da humanidade? Em tempos de conflito com os “pichadores”, desagregação dos consensos artísticos e crise da sensibilidade estética, este rápido curso pretende dar uma resposta ao questionamento “Por que a beleza importa?” – pois ela importa, sim, e muito.

    Eduardo Wolf
    Eduardo Wolf é Mestre em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em filosofia pela USP. É articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja, em que escreve sobre temas de cultura, ética e filosofia política. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros). É o atual Secretário Adjunto da Cultura de Porto Alegre.

    Período: 23 e 30.05

    Dia: terças-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  4. Filosofia do vinho - A moral da embriaguez e a etiqueta do vinho

    08/06
    Filosofia do vinho - A moral da embriaguez e a etiqueta do vinho

    Muitos de nós julgam que o hábito de beber vinho é próprio a pessoas sensatas. Talvez. Mas o vinho é também uma bebida alcoólica e ninguém pode negar que o álcool exerce efeitos sobre as pessoas. Afinal, não é à toa que in vino veritas. Ao desinibir, o vinho excita as pessoas à verdade, promovendo a amizade e união. Mas, como bem sabemos, a desinibição tem seus riscos, alguns bastante sérios. Psicólogos têm estudado a natureza do tipo de racionalidade que move as pessoas sob o efeito do álcool. Haveria, assim, uma etiqueta moral no uso do vinho?

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 08.06

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  5. Filosofia do vinho - Juízos de gosto e o raciocínio a partir de metáforas

    06/07
    Filosofia do vinho - Juízos de gosto e o raciocínio a partir de metáforas

    Alguns neurocientistas e filósofos têm defendido que nossos juízos dependem de uma capacidade linguística baseada no uso de metáforas. Neste encontro, veremos aspectos dessas teorias e sua conexão com nossos juízos de gosto, particularmente sobre o vinho. Afinal, quando experimentamos um vinho, sempre o julgamos por meio de metáforas. Encontramos num vinho tinto gostos como sabor de couro, de legumes, de frutas vermelhas e o que menos encontramos é o sabor de uva! Certamente isso tem algo a dizer sobre como compreendemos o mundo e as coisas em geral.

    Marco Azevedo
    Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Período: 06.07

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  6. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 08.12

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  7. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética. Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central.

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: 29.09

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30

  8. A aventura da Modernidade

    A aventura da Modernidade

    Sem estoque

    A experiência da Modernidade nos legou as noções de sujeito e de razão e gestou os grandes projetos políticos que nos definiram como sociedade. O curso percorrerá esse trajeto histórico e conceitual, desde os processos revolucionários que resultaram na Independência Americana e na Revolução Francesa (com seus antecedentes Iluministas), até a aparente dissolução desses conceitos pela filosofia de Nietzsche e pelo ceticismo filosófico moderno. Para compreender o mundo em que vivemos, em que a luta por justiça social e igualdade convivem com o pessimismo político e o conservadorismo filosófico, vamos analisar o pensamento de autores indispensáveis para compreender a aventura da modernidade.

    Fernando Schüler e Eduardo Wolf
    Fernando Schüler é Doutor em Filosofia e Mestre em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com Pós-Doutorado pela Columbia University, de Nova Iorque. Entre 2007 e 2010, foi Secretário de Estado da Justiça e do Desenvolvimento Social do Rio Grande do Sul. Foi Diretor do Ibmec, no Rio de Janeiro. Professor no INSPER, em São Paulo, e curador do Fronteiras do Pensamento.

    Eduardo Wolf é Mestre em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em filosofia pela USP. É articulista do jornal Zero Hora e da revista Veja, em que escreve sobre temas de cultura, ética e filosofia política. Traduziu os ensaios de T. S. Eliot (Notas para uma Definição de Cultura e A Ideia de uma Sociedade Cristã e Outros Ensaios - É Realizações) e diversos títulos de filosofia (A Filosofia antes de Sócrates, de Richard Mckirahan, A invenção da Filosofia, de Néstor-Cordero, entre outros).

    Período: 09, 16, 23 e 30.11 ( 4 encontros )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  9. Darwin e o pensamento contemporâneo

    Darwin e o pensamento contemporâneo

    Publicada em 1859, A Origem das Espécies de Charles Darwin mudou inteiramente a paisagem intelectual na biologia do século XIX. Mas, para além da contribuição científica, as ideias darwinistas tiveram também um impacto profundo na autocompreensão humana e nos fundamentos das ciências humanas. O evolucionismo esteve implicado nas mais influentes concepções ético-políticas que marcaram os mais de 150 anos da publicação da sua obra fundadora, dentre elas o marxismo, o nazismo e o positivismo. O estudo de A Origem das Espécies é, em virtude disso, imprescindível para entendermos como chegamos até aqui. O curso avalia os ecos das ideias de Darwin em nossa visão de mundo, a partir da compreensão de como elas mudaram as ciências, redefiniram a política e a ética na história recente, influenciando pensadores tão diversos quanto Marx, Spencer e Nietzsche.

    Adriano Naves de Brito
    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com estágio doutoral e pós doutoral na Alemanha, respectivamente nas Universidades de Bielefeld e Tübingen. Foi professor visitante na Escola de Estudo Avançado da Universidade de Londres, 2013. Coordena o grupo de pesquisa Chiron: ética, linguagem e natureza humana e atua no Laboratório de Filosofia Experimental e Estudos da Cognição na Unisinos. Entre outras obras, publicou "Nomes Próprios: Semântica e Ontologia" e "Ética: questões de fundamentação", pela UnB. Em parceria, organizou "Ecos de Darwin", publicado pela Editora Unisinos. Decano da Escola de Humanidades da Unisinos.

    Período: 14 e 21.09 ( 2 encontros )

    Dia: quartas-feiras

    Horário: das 19h30 às 21h30

  10. Filosofia do Vinho

    Filosofia do Vinho

    Sem estoque

    A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética (como é o caso do problema da embriaguez). Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central. Para o primeiro semestre de 2016, escolhemos dois assuntos, um de epistemologia e outro de ética: o sabor do terroir, ou a importância da tradição na percepção do gosto; e a polêmica em torno da “etiqueta” moral do vinho (embriaguez, adição e os riscos do abuso).

     

    Investimento - Encontro 02.06:

    Até 19.05: R$ 160,00 ou 6 X R$ 26,67

    A partir de 20.05: R$ 192,00 ou 6 X R$ 32,00

    Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
    Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

    Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.

    Período: dia 02.06

    Dia: quinta-feira

    Horário: das 19h30 às 21h30