Mais Imagens

Filosofia do Vinho

Marco Azevedo e Mariane Mezzomo Pradella
Marco Azevedo é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestrado e Doutorado em Filosofia pela mesma universidade. Médico do Hospital de Pronto Socorro (Porto Alegre/RS), é também professor na Pós-Graduação em Filosofia da Unisinos. Como médico, é especialista em Pediatria e em Medicina de Família e Comunidade. É autor do livro Bioética Fundamental (2002). Membro do GT de Ética da ANPOF. Associado à Hume Society e à SAP (Society for Applied Philosophy). Estágio Pós-Doutoral (Plumer Visiting Fellow) Saint Anne's College, Universidade de Oxford (Reino Unido) (2012-13).

Mariane Mezzomo Pradella é sommelier formada pela Federazione Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori - FISAR. É também consultora de vinhos e possui graduação em Relações Públicas, pela Universidade de Caxias do Sul.
Informações do Curso

Details:

A filosofia do vinho é hoje uma das áreas mais curiosas e recentes da filosofia aplicada. Filósofos usam o exemplo do vinho em suas investigações sobre a natureza da percepção humana, sobre as peculiaridades de nossos juízos de gosto, e também sobre alguns dilemas ligados a ética (como é o caso do problema da embriaguez). Nestes encontros, pretendemos aliar o prazer da degustação do vinho ao prazer da reflexão filosófica. Em cada evento degustaremos diferentes vinhos sob o pretexto de debater temas de filosofia onde a bebida de Baco será o tópico central. Para o primeiro semestre de 2016, escolhemos dois assuntos, um de epistemologia e outro de ética: o sabor do terroir, ou a importância da tradição na percepção do gosto; e a polêmica em torno da “etiqueta” moral do vinho (embriaguez, adição e os riscos do abuso).


 


Investimento - Encontro 02.06:


Até 19.05: R$ 160,00 ou 6 X R$ 26,67


A partir de 20.05: R$ 192,00 ou 6 X R$ 32,00

Período: dia 02.06

Dia: quinta-feira

Horário: das 19h30 às 21h30

investimento:
R$ 160,00

Encontros

02.06

Muitos de nós julgam que o hábito de beber vinho é próprio a pessoas sensatas. Talvez. Mas o vinho é também uma bebida alcoólica e ninguém pode negar que o álcool exerce efeitos sobre qualquer pessoa. Afinal, não é à toa que in vino veritas. Ao desinibir, o vinho excita as pessoas à verdade, promovendo a amizade e união. Mas, como bem sabemos, a desinibição tem seus riscos, alguns bastante sérios. Psicólogos têm estudado a natureza do tipo de racionalidade que move as pessoas sob o efeito do álcool. Haveria, assim, uma etiqueta moral no uso do vinho?