Programação Cultural

  1. Valsa #6

    02/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 02/05

    Duração: 1h30

    Dias: Terça-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  2. Valsa #6

    03/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 03/05

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  3. Valsa #6

    04/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 04/05

    Duração: 1h30

    Dias: quinta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  4. Valsa #6

    05/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  5. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    05/05
    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  6. Valsa #6

    06/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  7. Valsa #6

    06/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  8. Alan Smith

    13/05
    Alan Smith

    Doutor em violoncello pela Universidade do Texas em Austin, estudou com George Neikrug, Adolphe Frezin e Horace Britt alem de ter participado de master classes com Leonard Rose e Andre Navarra. Como ganhador de diversas competições, ele se apresentou como solista por todos EUA e Coréia do Sul. Também esteve sob as batutas de maestros como Igor Stravinsky e Aaron Copland. Suas apresentações solo e como camerista, além de ministrante de master classes e jurado de competições de violoncello, o levaram aos principais palcos dos EUA, Canadá, México, Coréia do Sul, Taiwan e China. Em 2001, ele foi jurado no “The Leonard Rose International Cello Competition” em Washington, DC. Já foi professor das seguintes universidades: University of North Carolina/Chapel Hill, Bowling Green State University (OH), Oberlin College Conservatory e the University of Arizona. Muitos dos seus alunos estão em grandes orquestras dos EUA e também foram ganhadores de importantes competições para instrumentos de corda. “The Guarneri Duo”, com Vasile Beluska, Violino, lançou 2 CDs de piano trios (Haydn, Brahms, e outras seleções em 2004; e Tchaikovsky e Haydn em 2012). Ele também já gravou para Mutual, Columbia, Access e ASUC records e fez aparições em rádio e televisão nos EUA e Ásia. Como regente, esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Bowling Green, em Ohio, além de outras orquestras.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Alan Smith realizará uma Masterclass no auditório do Instituto Ling no dia 13.05, às 11h. As inscrições são gratuitas e limitadas. Para participar envie um e-mail para educativo@institutoling.org.br.

     

    Data de Início: 13/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 17h

    Valor: R$ 40,00

  9. Arthur de Faria & Maurício Pereira

    18/05
    Arthur de Faria & Maurício Pereira

    O show reúne dois expoentes da música brasileira que tem na qualidade e no humor suas principais características. Arthur de Faria é músico, arranjador, compositor, produtor de discos, pesquisador, jornalista, radialista e mestre em literatura brasileira pela UFRGS. Começou sua carreira com o Bando Barato pra Cachorro, na virada dos anos 1980 pros 90. De 1995 a 2015 liderou o Arthur de Faria & Seu Conjunto, septeto/octeto com cinco discos lançados (um deles também no Uruguai e Argentina) e centenas de shows em seis países. Integrou o Duo Deno, dupla com o baterista e pianista Fernando Pezão. Em 2010 fundou a Surdomundo Imposible Orchestra, com os paulistas Maurício Pereira e Caíto Marcondes, os portenhos Ignacio Varchausky e Martin Sued, e os montevideanos Martin Buscaglia, Osvaldo Fattoruso e Martin Ibarburru. O trabalho do compositor, cantor, saxofonista e produtor paulistano Mauricio Pereira tem vários caminhos diferentes, mas o foco principal é sempre a canção, seja como autor ou intérprete. Já lançou 6 discos solo, além do trabalho com André Abujamra na banda Os Mulheres Negras, que lançou 2 discos pela Warner nos anos 80. Canções de Mauricio tem sido gravadas por vários artistas, como Maria Gadú ou o trio Metá Metá. Além do trabalho solo, tem o duo Pereirinha & Pereirão (com seu filho Tim Bernardes, do grupo O Terno), o projeto “Mentira!”, ao lado do violeiro Paulo Freire e do cantor e compositor Wandi Doratiotto e a participação no grupo Surdomundo Impossible Orchestra, ao lado de Arthur de Faria. Produziu inúmeros discos, criou conteúdo para documentários sobre música, repórter no programa Fanzie, na TV Cultura, fez consultoria musical para filmes e peças. Figura no Guinness Book 1998 por ter feito o primeiro show brasileiro ao vivo via internet, em dezembro de 1996.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 18/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  10. Ícaro

    19/05
    Ícaro

    Em cena um único ator e seis histórias com um ponto em comum: depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes. O texto foi escrito pelo próprio intérprete Luciano Mallmann, que teve uma lesão medular sofrida em uma queda de acrobacia aérea em tecido há 13 anos. A partir de temáticas universais (relação entre pais e filhos, preconceito, relacionamentos amorosos, abandono, suicídio, gravidez, maternidade) a montagem aborda a fragilidade humana a qual todos estamos expostos.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 19/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00