Programação Cultural

  1. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 12/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  2. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 18/04

    Duração: 1h30

    Dias: Terça-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  3. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 19/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  4. Valsa #6 - 26/09

    Valsa #6 - 26/09

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 20/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  5. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 02/05

    Duração: 1h30

    Dias: Terça-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  6. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 03/05

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  7. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  8. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  9. Valsa #6 - teste carol

    Valsa #6 - teste carol

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  10. Lucas Thomazinho

    Lucas Thomazinho

    Sem estoque

    Premiado com o 1º lugar no XVIII Santa Cecilia International Competition em Portugal, o jovem pianista paulistano Lucas Thomazinho vem desenvolvendo uma trajetória de destaque. Um dos mais importantes nomes da nova geração da música erudita brasileira, Lucas nasceu em 1995 e aos nove anos de idade ganhou o primeiro concurso, vencendo desde então mais de uma dezena de competições nacionais e internacionais, como o XI Concurso Nacional de Piano Magda Tagliaferro e o II Concurso Jovens Músicos – Música no Museu. Recentemente foi o vencedor do Prêmio de Melhor Intérprete de Música Brasileira no V Concurso Internacional BNDES de Piano. Em 2010 e 2011 foi solista da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais sob a regência de Marcos Arakaki. Lucas já se apresentou em recitais no MUBE – Museu Brasileiro de Escultura, no MASP – Museu de Arte de São Paulo, na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, no Centro Cultural São Paulo, na Sociedade Brasileira de Eubiose, no CMB - Centro de Música Brasileiro, no Conservatório de Tatuí, na programação Música do Museu (RJ) e em Campos do Jordão pela AME Campos. Atualmente cursa bacharelado na USP – Universidade de São Paulo, onde é orientado pelo pianista Eduardo Monteiro. Em 2017 será lançado seu primeiro CD pelo selo KNS Classical. No programa deste recital, obras de Czerny, Granados e Schumann.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 08/04

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 17h

    Valor: R$ 40,00

  11. Diego Schissi

    Diego Schissi

    Sem estoque

    Pianista, arranjador e compositor, Diego Schissi é um dos nomes mais festejados da nova geração da música argentina. Nasceu em Buenos Aires em 1969. Começou a tocar e estudar nos Estados Unidos, retornando a Argentina somente no final dos anos 90. Em 1999, criou o Quinteto Urbano, agrupação de grande importância no movimento jazzístico argentino. Com o grupo, gravou três álbuns em cinco anos. Além do jazz, sua música tem transitado pelo folclore, tango e música de câmara. Tocou ao lado de músicos de diferentes tendências, como Facundo Bergalli, Lidia Borda, Susana Rinaldi, Anacrusa, Orquesta El Arranque, Diego Urcola, Raúl Carnota, Tito Puente, Gerry Mulligan, Joe Henderson, Chico O’Farrill, Stefano Bollani, Fareed Haque, Ná Ozzetti, Orquestra Sinfônica de Aarhus (Dinamarca), Orquestra Jazz Sinfônica (São Paulo), Orquestra Nacional Filisberto (Argentina), entre outros. Compôs música para cinema (Chúmbale), teatro (entre elas Cremona e El diario de Ana Frank) e para os mais diferentes instrumentos e formações. Em 2008, lançou seu primeiro álbum solo, Tren, que inclui composições próprias sugeridas, ditadas e influenciadas por textos de autores de fala hispana como Julio Cortázar, Juan Gelman, Macedonio Fernández, Felisberto Hernández e Santiago Dabove. Um álbum conceitual que permite variadas e ricas leituras. Lançou ainda Tongos (2010), Tipas y tipos (2012) e Hermanos (2014, juntamente com Aca Seca Trío) e Timba (2016). Recebeu diversos prêmios, entre eles Gardel, Konex de Platino 2005 e os Prêmios Nacionais 2013.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 27/04

    Duração: 60 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  12. Porto Verão Alegre - Cuco

    Porto Verão Alegre - Cuco

    Sem estoque

    Motivado por aquela que parece ser uma das primeiras experiências lúdicas e estéticas dos bebês - o jogo entre "o esconder e o revelar", o espetáculo propõe um universo em que a surpresa do começo, da chegada, da primeira vez, cria, por meio da manipulação de objetos, uma atmosfera espetacular na qual as fronteiras do tempo, das formas e dos sentidos se intercambiam entre o real e o imaginável. A peça foi a grande vencedora do Prêmio Tibicuera de 2015: melhor espetáculo infantil, melhor direção, melhor cenografia e melhor produção.

    *O valor do ingresso é único, tanto para crianças quanto para adultos.

    Ingressos a venda a partir de 03 de janeiro de 2017. Na bilheteria do Instituto Ling, a forma de pagamento aceita será exclusivamente dinheiro. No Instituto Ling serão vendidos os ingressos apenas da programação no centro cultural. É possível adquirir ingressos online pelo site MyTicket.

    Data de Início: 12/01

    Duração: 45 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 17h

    Valor: R$ 20,00

  13. Bloomsday: Joyce era louco?

    Bloomsday: Joyce era louco?

    James Joyce era louco? Essa pergunta foi feita pelo psicanalista francês Jacques Lacan, em seu conhecido e divulgado Seminário 23. E é essa mesma pergunta que marca a comemoração do Bloomsday no Instituto Ling, tecendo reflexões e conjecturas acerca da loucura, na vida e nas artes.

     

    Lacan interessou-se por estudar James Joyce pela peculiar relação entre o escritor, o seu processo de escrita e o fato de ele se colocar – e se situar - fora da via da psicanálise. Certa vez declarou que Finnegans Wake refletia sintomas de mania o que, na perspectiva psicanalítica, pode servir como sinônimo de loucura. A partir dessa e de outras hipóteses, o escritor e tradutor de Joyce, Donaldo Schüler, lança o seu mais novo livro em Porto Alegre: Joyce era louco?

    Em um painel que aproxima literatura e psicanálise, Donaldo Schüler e as psicanalistas Laura Benites e Fernanda Bernd discutem os limites da loucura a partir da obra de James Joyce.

    O lançamento do livro será seguido de sessão de autógrafos. A atividade acontece no auditório do Instituto Ling e a entrada é franca, sujeita à lotação do espaço.

    Editora Ateliê Editorial.

     

    Em paralelo e como prevê a tradição dessa festa literária que é o Bloomsday, a artista Elida Tessler estará ao longo de todo o dia 16 lendo e partilhando leituras do romance Ulysses, no Instituto Ling.

    Data de Início: 16/06

    Duração: 90 min

    Dias: sexta-feira

    Hórario: 19h30

    Valor: R$ 0,00

  14. Closer [o amor é suficiente?] | 23.06 - 20h

    Closer [o amor é suficiente?] | 23.06 - 20h

    Sem estoque

    Um espetáculo que busca trazer a luz as diversas nuances da forma humana de se relacionar. O que há entre dois corpos, quando o sentimento de posse se encontra com a traição? Entre o erotismo e o aconchego; o ódio e o prazer; o alívio e a ruptura, está a efemeridade do sentimento. Alice é atropelada e conhece Dan. Anna e Larry se apaixonam. Dan e Anna se encontram. Larry e Alice se vingam. Larry e Anna terminam. Dan e Alice retomam a relação. Entre términos, separações, traições, mágoas, quatro indivíduos desajustados se relacionam em uma complexa rede afetiva.

    Nessa encenação bastante intimista, os espectadores são convidados a seguir os personagens por um espaço cultural contemporâneo e participam como testemunhas de encontros potentes que evocam o erotismo, a necessidade do outro, aquecendo até o peito daquele mais cético, despertando a dor intrínseca de ser amado, e, sendo assim, de ser humano. 

    Closer, de Patrick Marber, é um dos melhores textos acerca da relação do amor e da fidelidade na contemporaneidade. Em 2004 foi adaptado para o cinema com direção de Mike Nichols. No elenco Júlia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen.

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 23/06

    Duração: 70 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  15. Sarau PsicanArte: O mundo anda chato? Sobre as possibilidades e os limites da liberdade de expressão | 15.09.2017 - 19h

    Sarau PsicanArte: O mundo anda chato? Sobre as possibilidades e os limites da liberdade de expressão | 15.09.2017 - 19h

    Neste sarau, abordaremos o uso da expressão "politicamente correto" na atualidade e sua relação com a liberdade de expressão. Propomos uma conversa com a psicanálise sobre o atual fenômeno do “achismo” - a forma como ultimamente todos parecem expor sua visão sobre tudo que ocorre, sem, muitas vezes, considerar como esta opinião pode repercutir no outro.  Em consonância com todos os movimentos de representatividade de minorias que vem tendo mais visibilidade no país, não se tem tolerado mais comportamentos/falas que antes passariam despercebidos, tão entranhados que estavam na nossa cultura. Até onde vai a liberdade de expressão? Qual o papel do humor, da sátira, na expressão de opiniões mais polêmicas? Deve existir uma medida ideal para o "politicamente correto"? Como a psicanálise pode contribuir com esta discussão?

    Convidados:

    Catharina Conte, atriz e professora de teatro
    Paulo Germano, jornalista e colunista da ZH
    Larissa Ullrich, psicóloga, psicoterapeuta e membro do Esipp

    ENTRADA FRANCA!

    Local: Lounge

    Data de Início: 15/09

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 0,00

  16. Festival Cultura em Miniciclos - Ficção científica e cultura global | 13, 14 e 15.09.2017 - 19h30

    Festival Cultura em Miniciclos - Ficção científica e cultura global | 13, 14 e 15.09.2017 - 19h30

    Descrever com um mínimo de precisão o mundo em que a nossa civilização se encontra nestes primeiros anos do terceiro milênio tem sido a missão de artistas, filósofos, sociólogos e teóricos de todo tipo. É provável que nenhuma outra época de que se tenha registro na História humana tenha apresentado um cenário tão caótico e tão fascinante, com tantas direções possíveis surgindo ao mesmo tempo. As tensões e ansiedades do indivíduo e dos organismos sociais parecem convulsionar rumo a um destino que se transforma a todo instante. Antes que esta era chegasse, porém, ela foi gestada nos sonhos de toda uma classe de homens e mulheres que se lançaram ao desafio de imaginar o futuro e compartilharam conosco suas visões. No Festival Cultura em Miniciclos: Ficção Científica e Cultura Global, nós, que vivemos hoje o tempo um dia concebido pelas mentes mais brilhantes do passado, temos a oportunidade de olhar para a estrada que nos trouxe até aqui e examinar onde aquele futuro fantasma jogou sua luz. É um convite para percorrermos juntos um dos caminhos mais encantadores que a raça humana tem trilhado desde seu nascimento: a arte da construção de um poderoso universo imaginário, sem fronteiras e sem limites, que transformou – e segue transformando – o mundo real.

    O projeto que vem despertando muito interesse e lotando as sessões desde junho propõe o debate sobre temas importantes da atualidade de forma descontraída, além de dar voz e palco ao stand-up comedy em Porto Alegre. O inovador projeto da LIGA Produção Cultural, realizado apor meio da Lei de incentivo à cultura Pró-cultura RS, tem o apoio do Instituto Ling e patrocínio da Fitesa. Ficção Científica e Cultura Global tem curadoria do músico e desenhista Ron Selistre.

    Conheça os participantes desta edição:

    Ron Selistre (curador)

    Músico, escritor e desenhista, é autor do álbum de ficção científica “Utopolis”. Publicou nas revistas HQ, Mercado Negro, Vox XXI, Porto & Vírgula, entre outras. Assinou a direção de arte do festival de cinema fantástico Fantaspoa de 2012 a 2015. Ex-vocalista e guitarrista dos Damn Laser Vampires, hoje se divide entre o Solomon Death, seu trabalho solo (responsável também pela trilha sonora da HQ futurista Apagão: Cidade Sem Luz e Sem Lei), uma série de contos ainda inéditos e a finalização do livro em quadrinhos “Guitar City, Underground”.

    Vasco Py Siegmann (palestrante)

    Parido em Porto Alegre, em 1984, Vasco Py Siegmann passou a infância em companhias suspeitas, como a do pirata John Long Silver, e a dum guri que vivia com lobos na Índia. Para simular alguma adequação ao mundo externo às páginas dos livros, trabalhou como designer gráfico por boa parte da vida, chegando a ser diretor de arte do Fantaspoa, festival de cinema fantástico de Porto Alegre. Em 2015, ingressou no curso de bacharel em Letras, na UFRGS, onde tenta infiltrar amigos lovecraftianos.

    Cesar Alcázar (debatedor)

    Admirador de Hemingway, Borges e Robert E. Howard, Cesar Alcázar encontrou na literatura uma forma de exteriorizar seus devaneios aventurescos e sombrios. É o autor dos livros “Bazar Pulp – Histórias de Fantasia, Aventura e Horror” e “A Fúria do Cão Negro”, além de ter roteirizado as HQs "A Música do Quarto ao Lado" e "O Coração do Cão Negro". Teve contos publicados em inglês pelas revistas Heroic Fantasy Quarterly e Swords and Sorcery Magazine. Pesquisa e escreve sobre cinema (como César Almeida) e é o responsável pela série “Cemitério Perdido dos Filmes B”. Foi um dos idealizadores da Odisseia de Literatura Fantástica, pela qual recebeu o Troféu Amigo do Livro. Também atua como editor (Argonautas Editora) e tradutor. 

    Felipe M. Guerra (debatedor)

    Formado em Jornalismo pela Unisinos – e com 16 anos de atividade em redação de jornal –, fez Mestrado em Cinema na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Escreve, produz e dirige seus próprios curtas e longas-metragens, com orçamento muito baixo (ou nenhum orçamento), desde 1995. Também atua como pesquisador de cinema, tendo escrito centenas de artigos sobre cinema em geral – e principalmente cinema fantástico - publicados em revistas, livros, sites brasileiros e em seu próprio blog, chamado Filmes para Doidos. Atualmente gerencia a sala de cinema do Santander Cultural em Porto Alegre. Trabalha desde 2010 na equipe organizadora do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre (Fantaspoa).

    Índio Behn (standup comedy)

    Filho caçula de uma família de músicos, estar no palco sempre foi natural para o humorista. Ainda  na adolescência com o "boom' da internet começava a escrever artigos de humor despretensiosos em seu blog, que começou a ganhar expressão. Subiu ao palco para fazer rir pela primeira vez em 2011, primeiro com stand-up, depois com  personagem que conquistou milhares de views no youtube. Continuou seu trabalho com humor, estudou artes cênicas e, em 2015, foi chamado para o elenco do quadro "Quem Chega Lá" do Domingão do Faustão. No ano seguinte entrou para o elenco do Prêmio Multishow de Humor integrando o quadro até a semifinal. Atualmente faz shows de humor, palestras, peças de teatro, trabalha com roteirista e dá aulas de stand-up comedy. Os atores convidados dessa edição são Nelly Coelho e Wilson Rosa.

    A entrada é franca e as inscrições devem ser feitas através do link.

    Data de Início: 13/09

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta, quinta e sexta-feira

    Hórario: 19h30

    Valor: R$ 0,00

  17. LEILA MARIA EM “BILLIE, ELLA & EU” | 21.09.2017 - 20h

    LEILA MARIA EM “BILLIE, ELLA & EU” | 21.09.2017 - 20h

    Sem estoque

    O jornalista e crítico de música Antonio Carlos Miguel considera Leila Maria uma das maiores cantoras brasileiras, mesma opinião de Ed Motta, que a convidou para dividir os vocais numa faixa em seu disco jazzístico “Dwitza (Universal, 2002). Além das consagradas intérpretes da nossa MPB, Leila desde bem cedo teve como importantes influências em seu canto, duas divas da canção norte-americana: Billie Holiday e Ella Fitzgerald. Ao ouvir a pronúncia impecável do inglês de Leila, o produtor José Milton, famoso por sua capacidade de extrair o melhor de grandes cantores, teve a ideia de mesclar essas duas poderosas expressões musicais que são a base da interpretação da cantora, no CD Off Key, um primoroso álbum com grandes standards da música brasileira em suas versões para o inglês. Leila reúne nesse show um pouco do repertório desse álbum especial (indicado ao Prêmio TIM no ano de seu lançamento, 2004), alguns dos standards jazzísticos que durante três anos interpretou com grande sucesso no Allegro Bistrô da extinta Modern Sound, em Copacabana, e canções de seu mais recente CD, o "Holiday in Rio - Leila Maria Canta Billie" (2015). No show, Leila nos presenteia com marcantes interpretações desse repertório desafiador para qualquer intérprete, e isso sem repetir ou imitar as grandes divas que homenageia, sendo acompanhada pelo piano de Antônio Guerra, que já atuou com Martinho da Vila, Mart'nália e Elza Soares. 

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 21/09

    Duração: 60 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  18. NEY FIALKOW | 16.09.2017 - 17h

    NEY FIALKOW | 16.09.2017 - 17h

    Sem estoque

    O Pianista Ney Fialkow traz ao Instituto Ling duas grandes obras da literatura do piano do século XIX: a Sonata em Lá Maior D 959 de Franz Schubert e a Sonata nº 1 Op 11 em Fá # Menor de Robert Schumann. Poucos anos as separam, mas suas diferenças unem-se ao grande legado de Beethoven no manejo dessa forma de composição e abrem um leque de grandes compositores desse período. Schubert compôs esta sonata em seu último ano de vida, revelando domínio pleno da fusão dos elementos estrutura e expressão, enquanto Schumann, no início de sua carreira como compositor, revelava a euforia e a melancolia, obedecendo com rigor o "processo sonata" de composição. Premiado em diversos concursos, destacando-se o cobiçado título de melhor pianista do VII Prêmio Eldorado de Música, além de prêmios em diversos concursos nacionais e no exterior, o pianista Ney Fialkow é hoje um dos destacados músicos brasileiros. Tem conciliado a movimentada carreira de solista e camerista com a atividade de professor do Instituto de Artes UFRGS, em Porto Alegre. Suas apresentações tem cativado plateias de diversas salas de concerto e suas masterclasses são apreciadas por jovens pianistas de diversos países. Em 2016 fez sua estreia em Paris, na Sala Cortot, e lançou um CD nos EUA em parceria com o baixista Marcos Machado. Ao lado do violinista Cármelo de los Santos lançou o premiado CD “Sonatas Brasileiras”.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 16/09

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 17h

    Valor: R$ 40,00

  19. ROBERTA GAMBARINI E ROY HARGROVE | 17.08 - 21h30 - SHOW EXTRA

    ROBERTA GAMBARINI E ROY HARGROVE | 17.08 - 21h30 - SHOW EXTRA

    Sem estoque

    Apenas duas semanas após colocar o pé em solo americano pela primeira vez, Roberta Gambarini surpreendeu o mundo do Jazz ao terminar em terceiro lugar na Thelonious Monk Vocal Competition de 1998. Ela rapidamente se tornou uma constante no circuito internacional de Jazz, aparecendo em grandes salas de concerto, festivais e clubes ao redor do mundo (Carnegie Hall, Kennedy Center, Hollywood Bowl, entre outros). Marcou presença em shows e álbuns com gigantes como Chucho Valdes, Herbie Hancock, Dave Brubeck, James Moody, Hank Jones, Clark Terry, Michael e Randy Brecker, Jimmy Heath, Roy Hargrove, Jimmy Cobb, Slide Hampton, Frank Wess, Eric Gunnison, Johnny Griffin, John Lee, Billy Higgins, James Morrison e Kenny Burrell. Indicada ao Grammy, premiada no Grand Prix du Jazz Vocal 2009 e “Cantora de Jazz do Ano” pela Associação de Jornalistas de Jazz em 2007 e 2009, Roberta é uma das mais importantes cantoras do século 20. Algumas opiniões sobre a cantora: "Gambarini é uma verdadeira sucessora de Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan e Carmen McRae." (Boston Globe); "Abençoada com uma musicalidade excelente e uma compreensão intuitiva de elementos do jazz." (Los Angeles Times); "A melhor cantora a surgir nos últimos 60 anos." (Hank Jones); "Roberta é uma das maiores cantoras de todos os tempos!" (Paquito D'Rivera).

    Trompetista vencedor do Grammy, Roy Hargrove se estabeleceu como um dos mais importantes músicos do cenário jazzístico. Com cerca de 20 discos gravados como líder e muitos outros integrando diversas formações, Roy já tocou e gravou com ícones como Sonny Rollins, Herbie Hancock, Roy Haynes, Dizzy Gillespie, Oscar Peterson e com o seu inovador grupo de Hip-Hop/Jazz Rh Factor, deixando marcas indeléveis em uma vasta gama de projetos e emocionando o público em todo o mundo com seu talento musical. Hargrove também ganhou Grammy Awards com dois projetos diferentes. Em 2002, o grupo formado por Roy, Herbie Hancock e Michael Brecker foi premiado na categoria Melhor Álbum de Jazz Instrumental com Direction in Music: Live at Massey Hall, sempre muito elogiado pelos críticos por suas habilidades no trompete e pelos prêmios Grammy. Ao lado de Roy, os músicos Justin Robinson (sax/flauta), Tadataka Unno (piano), Quincy Phillps (baterista), Ameen Saleem (baixo).

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 17/08

    Duração: 60 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 21h30

    Valor: R$ 40,00

  20. Lançamento do livro "Ética e compreensão", de Ricardo Bins di Napoli | 30.08 - 19h30

    Lançamento do livro "Ética e compreensão", de Ricardo Bins di Napoli | 30.08 - 19h30

    Sem estoque

    Neste livro, Ricardo Bins di Napoli analisa o pensamento do filósofo Wilhem Dilthey (1833-1911). O objetivo da obra é defender que a Ética de Dilthey parte da noção de vida e é hermenêutica. A filosofia da vida de Dilthey oferece sustentação ao projeto de embasar filosoficamente as Ciências Humanas. Tal pensamento propõe que a reflexão está limitada pela vida concreta. Para o autor, o nexo estrutural da vida anímica permite a Dilthey estabelecer sua Psicologia sem metafísica e, utilizando-se das investigações das ciências do século XIX e da metodologia hermenêutica, as novas bases para uma ética. A Ética pressuporia, por esse viés, a compreensão do outro.

    No lançamento, o professor fala sobre a obra e abre espaço para o debate com os presentes. Após, haverá sessão de autógrafos.

    A entrada é franca! As senhas serão distribuídas, por ordem de chegada, 30 minutos antes do início.

    Data de Início: 30/08

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 19h30

    Valor: R$ 0,00

  21. Quando vi minha vida não existia | 09.09.2017 - 19h

    Quando vi minha vida não existia | 09.09.2017 - 19h

    Sem estoque

    Três histórias curtas interligadas que pretendem questionar o que é real e o que é fantasia em nossos problemas. Em Alguém como você, uma mulher planeja uma vingança em seus mínimos detalhes e direciona todo o seu rancor a um marido indiferente aos seus sentimentos. Em Diagnóstico, um homem oprimido por uma culpa que não é sua, revisita a infância e abre a alma a fim de não perdê-la. Em A espera, há o encontro desses dois seres e suas angustias e questionamentos na sala de espera de um psicanalista.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 09/09

    Duração: 55 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 40,00

  22. Quando vi minha vida não existia | 08.09.2017 - 20h

    Quando vi minha vida não existia | 08.09.2017 - 20h

    Sem estoque

    Três histórias curtas interligadas que pretendem questionar o que é real e o que é fantasia em nossos problemas. Em Alguém como você, uma mulher planeja uma vingança em seus mínimos detalhes e direciona todo o seu rancor a um marido indiferente aos seus sentimentos. Em Diagnóstico, um homem oprimido por uma culpa que não é sua, revisita a infância e abre a alma a fim de não perdê-la. Em A espera, há o encontro desses dois seres e suas angustias e questionamentos na sala de espera de um psicanalista.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 08/09

    Duração: 55 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  23. Quando vi minha vida não existia | 02.09.2017 - 19h

    Quando vi minha vida não existia | 02.09.2017 - 19h

    Sem estoque

    Três histórias curtas interligadas que pretendem questionar o que é real e o que é fantasia em nossos problemas. Em Alguém como você, uma mulher planeja uma vingança em seus mínimos detalhes e direciona todo o seu rancor a um marido indiferente aos seus sentimentos. Em Diagnóstico, um homem oprimido por uma culpa que não é sua, revisita a infância e abre a alma a fim de não perdê-la. Em A espera, há o encontro desses dois seres e suas angustias e questionamentos na sala de espera de um psicanalista.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 02/09

    Duração: 55 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 40,00

  24. Quando vi minha vida não existia | 01.09.2017 - 20h

    Quando vi minha vida não existia | 01.09.2017 - 20h

    Sem estoque

    Três histórias curtas interligadas que pretendem questionar o que é real e o que é fantasia em nossos problemas. Em Alguém como você, uma mulher planeja uma vingança em seus mínimos detalhes e direciona todo o seu rancor a um marido indiferente aos seus sentimentos. Em Diagnóstico, um homem oprimido por uma culpa que não é sua, revisita a infância e abre a alma a fim de não perdê-la. Em A espera, há o encontro desses dois seres e suas angustias e questionamentos na sala de espera de um psicanalista.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 01/09

    Duração: 55 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  25. Quando vi minha vida não existia | 31.08.2017 - 20h

    Quando vi minha vida não existia | 31.08.2017 - 20h

    Sem estoque

    Três histórias curtas interligadas que pretendem questionar o que é real e o que é fantasia em nossos problemas. Em Alguém como você, uma mulher planeja uma vingança em seus mínimos detalhes e direciona todo o seu rancor a um marido indiferente aos seus sentimentos. Em Diagnóstico, um homem oprimido por uma culpa que não é sua, revisita a infância e abre a alma a fim de não perdê-la. Em A espera, há o encontro desses dois seres e suas angustias e questionamentos na sala de espera de um psicanalista.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 31/08

    Duração: 55 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00