Artes Cênicas

  1. Valsa #6

    03/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 03/05

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  2. Valsa #6

    05/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  3. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    05/05
    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  4. Valsa #6

    06/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  5. Valsa #6

    06/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  6. Valsa #6

    04/05
    Valsa #6

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 04/05

    Duração: 1h30

    Dias: quinta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  7. Ícaro

    19/05
    Ícaro

    Em cena um único ator e seis histórias com um ponto em comum: depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes. O texto foi escrito pelo próprio intérprete Luciano Mallmann, que teve uma lesão medular sofrida em uma queda de acrobacia aérea em tecido há 13 anos. A partir de temáticas universais (relação entre pais e filhos, preconceito, relacionamentos amorosos, abandono, suicídio, gravidez, maternidade) a montagem aborda a fragilidade humana a qual todos estamos expostos.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 19/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  8. Ícaro

    20/05
    Ícaro

    Em cena um único ator e seis histórias com um ponto em comum: depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes. O texto foi escrito pelo próprio intérprete Luciano Mallmann, que teve uma lesão medular sofrida em uma queda de acrobacia aérea em tecido há 13 anos. A partir de temáticas universais (relação entre pais e filhos, preconceito, relacionamentos amorosos, abandono, suicídio, gravidez, maternidade) a montagem aborda a fragilidade humana a qual todos estamos expostos.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 20/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 40,00

  9. Ícaro

    25/05
    Ícaro

    Em cena um único ator e seis histórias com um ponto em comum: depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes. O texto foi escrito pelo próprio intérprete Luciano Mallmann, que teve uma lesão medular sofrida em uma queda de acrobacia aérea em tecido há 13 anos. A partir de temáticas universais (relação entre pais e filhos, preconceito, relacionamentos amorosos, abandono, suicídio, gravidez, maternidade) a montagem aborda a fragilidade humana a qual todos estamos expostos.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 25/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00

  10. Ícaro

    26/05
    Ícaro

    Em cena um único ator e seis histórias com um ponto em comum: depoimentos ficcionais de pessoas cadeirantes. O texto foi escrito pelo próprio intérprete Luciano Mallmann, que teve uma lesão medular sofrida em uma queda de acrobacia aérea em tecido há 13 anos. A partir de temáticas universais (relação entre pais e filhos, preconceito, relacionamentos amorosos, abandono, suicídio, gravidez, maternidade) a montagem aborda a fragilidade humana a qual todos estamos expostos.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 26/05

    Duração: 60 minutos

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h

    Valor: R$ 40,00