Artes Cênicas

  1. Choking | 09.12.2017 - 19h

    Choking | 09.12.2017 - 19h

    Sem estoque

    Mediado por dispositivos e interfaces digitais, foi criado a partir de questionamentos sobre as relações estabelecidas entre realidade e ficção na interação cotidiana com a internet. Apresenta um conjunto de peças coreográficas que dialogam sobre noções de violência, movimento, sincronismo e anacronismo. Simultaneamente, ocupa-se da cena explorando as particularidades geoespaciais do espaço teatral, em tempo real.

    Espetáculo de dança é resultado do projeto WEBCOREÔ/Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014 pela Muovere Cia de Dança. Convidado, participou da Sétima Edição do projeto MODOS DE EXISTIR: Dança e(m) intermidialidades, no SESC Santo Amaro/SP, coordenado e mediado pela pesquisadora Ivani Santana.

    Fios, telas, carnes, operações, olhos, figuras, figurinos, roupa de batalha, espaços reais, virtuais, imagens, tempo objetivo do relógio, tempo dramático do espetáculo: tudo junto, misturado, no palco, no lugar dos acontecimentos. Ponto de partida. (Diego Mac).

    Parceiros: Instituto Ling, Espaço N e Casa Cultural Tony Petzhold.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 09/12

    Duração: 45 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 40,00

  2. Porto Verão Alegre: Como sobreviver ao fim do mundo | 27.01.2018 - 18h

    Porto Verão Alegre: Como sobreviver ao fim do mundo | 27.01.2018 - 18h

    O que você faria se o mundo acabasse amanhã? Que histórias você contaria para si mesmo?

    O mundo vai chegar ao seu final, assim como todas as coisas na vida. A morte é um fato. Diante disso, uma mulher espera, o tempo todo, que algo emocionante aconteça. Ela decide escrever uma peça de teatro inspirada em sua própria vida e os acontecimentos são divididos com o público, ás vezes de forma narrada e outras, de forma que a atriz vivencia o que está sendo dito. Em um dado momento, já não se sabe mais se seus relatos são imaginação ou não. Sua voz se transforma em todas as vozes possíveis e impossíveis num gesto único de tentar fazer com que o fim de tarde se pareça um pouco menos com o fim do mundo. Uma peça sobre a solidão, a angústia, ansiedade, amor, finitude, e morte, de todas as coisas, inclusive do próprio universo.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    ADQUIRA SEU INGRESSO NESTE LINK

    Data de Início: 27/01

    Duração: 50 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 0,00

  3. Abobrinhas recheadas | 29.07 - 19h

    Abobrinhas recheadas | 29.07 - 19h

    Sem estoque

    Abobrinhas Recheadas é o primeiro espetáculo de Stand-Up Dance Comedy do RS. A edição Dance a Letra apresenta coreografias criadas a partir da mímica de letras de músicas famosas, que vão de Chico Buarque a Anitta, passando por canções como Construção, Show das Poderosas, Emoções e Faroeste Caboclo, além dos hits regionais como Amigo Punk e Porto Alegre é Demais! Produzido pela Macarenando Dance Concept, a peça explora a união da dança e do humor. “O arranjo coreográfico de elementos comuns da cultura permite explorarmos a comicidade cênica da dança, trazendo diferentes formas de questionamento do corpo, da cultura pop, da mídia, da política. Com humor, aproximamos o público da dança e fomentamos a formação de plateias na área”, afirma Gui Malgarizi, que assina a direção do espetáculo ao lado de Diego Mac.

    Ocupação total: 89 lugares

    Meia-Entrada: 35 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 29/07

    Duração: 80 minutos

    Dias: Sábado

    Hórario: 19h

    Valor: R$ 40,00

  4. Valsa #6 - teste carol

    Valsa #6 - teste carol

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 06/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sábado

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  5. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  6. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 05/05

    Duração: 1h30

    Dias: Sexta-feira

    Hórario: 18h

    Valor: R$ 40,00

  7. Valsa #6

    Valsa #6

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 03/05

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  8. Valsa #6 - 26/09

    Valsa #6 - 26/09

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 20/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quinta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  9. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 19/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00

  10. Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Valsa #6 + Bate-papo com o diretor

    Sem estoque

    Valsa #6 é menos parecido com um monólogo do que uma máquina de escrever com uma de costura. Uma atriz individuada, múltipla, que cabe nela a cidade inteira. Ela é todo o décor. Ela está morta. Portanto, livre do atribulado cotidiano, da tortura da vida. Ela trafega na serenidade da morte. O seu tormento é a presença ainda da vida, em sopros. Obra máxima do maior poeta dramático brasileiro, Nelson Rodrigues, se considerados os aspectos da complexidade dramatúrgica do mergulho na alma do ser humano e na expressão polifônica de tantas vozes que somos e desconhecemos. Trata-se de uma experiência sensorial onde o público é parte integrante do espetáculo. O espectador poderá ser tocado, manipulado, terá que vestir um macacão branco, ficando coberto da cabeça aos pés - a necessária assepsia da morte. Uma jovem pianista viveu um sonho trágico. Eis a história que você vai vivenciar.

    Neste dia, após o espetáculo, acontece um bate-papo com o diretor Caco Coelho.

    AVISOS:

    O espectador vestirá um macacão branco (disponibilizado no local) sobre sua roupa, e uma sapatilha protetora sobre seu calçado durante todo o espetáculo. Sugerimos vestir roupa e calçado confortáveis.

    O espectador poderá ser tocado pela atriz em diversos momentos ao longo do espetáculo.

    Não haverá cadeiras. O espectador poderá ficar em pé ou sentado no chão. Para isso, o piso é almofadado.

    Não será permitido o uso de celular. Os aparelhos deverão permanecer desligados durante todo o espetáculo.

    Este espetáculo possui cenas com estroboscópio. Não recomendado para pessoas que possuem sensibilidade a luzes intermitentes, epilepsia fotossensível e problemas cardiovasculares.

     

    Ocupação total: 50 lugares

    Meia-Entrada: 20 lugares

    Lei Federal nº 12.933, de 26/12/2013

    Decreto Federal nº 8.537, de 05/10/2015

    Data de Início: 12/04

    Duração: 1h30

    Dias: Quarta-feira

    Hórario: 20h30

    Valor: R$ 40,00